Descrição
- Autor: Colette
- Capa de Paulo-Guilherme
- Tradução de José Saramago
- Estúdios Cor, Colecção Latitude
- B- 217 pag.
“Chéri é o mais célebre romance de Colette. O século XX está na infância. É ainda a “belle-époque”, o prazer de viver, o dinheiro fácil, todo um mundo de costumes e personagens que a nossa época já não considera seus, mesmo quando a cada passo e a cada instante, os vê repetidos sob outras formas. Mas para além da aparente e equívoca superficialidade do tema – os amores duma mulher madura e dum jovem saído da adolescência -, Colette toca um problema eterno: a tragédia do envelhecimento, da beleza que desponta, resplandece e murcha, da inexorável e irreversível corrupção do tempo. E o drama – porque drama há – atinge a maior pungência precisamente porque a Autora dele exclui todo o elemento de grandiloquência e afectação que pudesse sobrecarregar a nua expressão dos sentimentos. A grande arte de Colette, o seu incomparável estilo, fizeram de Chéri uma obra única, algo de imperecívelmente luminoso – um livro que, ele sim, não envelhecerá nunca…”, da badana da contracapa
Colette (1873-1954) foi uma escritora e intelectual francesa, polémica na época, pela forma como viveu, se relacionou e assumiu a sua forma de estar na vida. Os seus primeiros livros da série Claudine foram publicados com o pseudónimo do primeiro marido. Veio a ser protagonista de vários casos controversos, o que não a impediu de ser reconhecida como escritora de relevo em França.
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