o alfarrabista do burgo

Fernando Pessoa e a Crítica

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Esgotado

REF: 1134 Categoria:

Descrição

Separata do fascículo 10 dos “Cadernos de Poesia”

“… é que o poeta não representa o seu tempo ao mesmo título que todos aqueles que dão forma à imagem temporal; não é o engenheiro de nada, o advogado de ninguém, o médico de nenhuma doença, o padeiro de nenhum estomago, nem sequer o varredor de nenhuma rua…o seu trabalho não ajuda a vencer a máquina do mundo. É um ser incómodo, «louco de hoje», só «amanhã» lhe pertence…”

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Adolfo Casais Monteiro

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